A Medida Provisória 475 que reajusta os benefícios previdenciários recebeu emenda que prevê um aumento acima da inflação maior em 2011 para os aposentados e pensionistas do INSS que ganham mais do que o salário mínimo. O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), protocolou, quarta-feira, na Câmara a alteração do texto original. Paulinho quer que o reajuste considere 80% do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), conjunto de riquezas produzidas no País, de dois anos antes, e não 50% como está previsto na MP, além do acumulado da inflação.
“Na reunião que fizemos com o presidente Lula no ano passado, sentimos que dá para dar um aumento maior”, disse o parlamentar.
A proposta do pedetista foi feita levando em conta que a expectativa do PIB de 2009 reflita a crise mundial na economia do País. Projeções do mercado e do próprio governo consideram que o índice não deverá passar de 1%. Se a emenda for aprovada, o reajuste dos aposentados no ano que vem não seria de apenas meio ponto percentual do PIB. Subiria para de 0,8 ponto, caso o acumulado do PIB chegue a 1%, adicionado à inflação pelo INPC do ano anterior.
A MP enviada pelo governo resultou em um reajuste de 6,14% para este ano nas aposentadorias acima do mínimo. O valor começou a valer a partir do mês passado.
O tema promete provocar polêmicas quando for à votação. O novo líder do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE) disse que os assuntos relacionados ao salário mínimo e aos aposentados brasileiros estão na agenda de prioridades do PT na Casa esse ano. O partido também espera votar os projetos do pré-sal. “São de interesse do Estado”, avalia o parlamentar.
O deputado Fernando Coruja (SC), que foi reconduzido à liderança do PPS, garantiu que a legenda atuará na defesa de um reajuste maior para os aposentados do INSS.
Categoria não acredita que receberá percentual maior
Aliado do deputado Paulinho, autor da emenda, o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, João Batista Inocentini, que é ligado à Força Sindical, chegou a desaconselhar o parlamentar de fazer a proposta. O sindicalista disse que a diferença do aumento seria muito pequena.
“Falei com o deputado Paulinho que seria melhor fazer um emenda sem estipular um percentual do PIB. Do jeito que está, a diferença é muito pequena”, explicou Inocentini.
Aposentado há 13 anos, Manoel Neto, 73, não acredita que o governo aprove um aumento maior. Ele complementa a renda trabalhando como advogado.
“Não acredito que o aumento vá sair. O governo já não paga o que deve. Por isso, não posso e nem consigo parar de trabalhar.”, lamenta Neto.
Fonte:O Dia Online
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