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Existe vida após a aposentadoria

A palavra aposentadoria para muitos parece ser sinônimo de momento para relaxar, férias pelo resto da vida, mais tempo com a família e oportunidade para fazer as coisas que sempre se quis, mas nunca teve jeito devido às responsabilidades no trabalho. Mas o que parece ser o sonho de todo trabalhador pode virar um tormento.

A depressão pós-aposentadoria já é uma preocupação mundial. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 121 milhões de pessoas sofrem do chamado Transtorno Depressivo Maior (TDM) e acredita-se que ela se torne uma das principais doenças incapacitantes até o final da próxima década.

O dado é mais que alarmante, principalmente porque a doença tem sido subnotificada e subtratada. Geralmente, como há muita reclamação de dores no corpo, os sintomas físicos são tratados e o diagnóstico de depressão muitas vezes não é feito.

Segundo a geriatra Ana Maria Porto Carvas, é comum que as dores físicas e os sintomas normalmente conhecidos da doença, como irritabilidade, tristeza, isolamento, agressividade e perda de apetite, venham acompanhados de falta de memória.

E o quadro pode ser agravado, caso a ajuda não venha. “Muitos pensam que é coisa boba, que vai passar logo. A demora em procurar o especialista prejudica o tratamento.

O paciente com esse quadro necessita de medicamentos, suporte psicoterápico, para que recupere a auto-estima e a motivação em encontrar uma nova atividade que devolva aquilo que parece ter sido retirado”, diz.

Preparo
A geriatra explica que a necessidade de adaptação a uma nova vida, a de aposentado, sem o preparo e a informação para a vivência do momento, somada às dificuldades, principalmente as financeiras, pode desencadear problemas emocionais em muitos idosos. Ela diz que muitos passam anos de suas vidas planejando a aposentadoria, porém, entre planejar e viver essa realidade existe uma enorme diferença.

De acordo com ela, a aposentadoria é sentida de uma forma bastante diferente entre homens e mulheres. “O homem é culturalmente mais ligado à sua identidade profissional e a aposentadoria para eles requer uma mudança maior no estilo de vida. A sensação de inutilidade, a perda de prestígio e até mesmo do convívio com os colegas de trabalho, associadas a uma rotina totalmente inédita, sem grandes responsabilidades, fazem com que eles apresentem com maior freqüência quadros depressivos.”

Já para as mulheres, que, em sua maioria, desempenham uma dupla jornada de trabalho (emprego e os afazeres de casa), a aposentadoria é vista apenas como a perda de um trabalho remunerado. Como ela ainda permanece com um grande número de atividades em casa, a depressão pós-aposentadoria é menos sentida.

Ana Maria diz também que as mulheres se dedicam mais a um lazer ou hobby, o que ajuda a preencher os dias vazios. “Mas acredito que em um futuro próximo essa realidade irá sofrer mudanças, pois as tarefas do lar já são divididas entre homens e mulheres, o que vejo como um ponto bastante positivo”, analisa.   (Diário da Manhã)


Fonte:AssPreviSite

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