Nada melhor do que uma virada de ano para adotar hábitos mais saudáveis. Que tal aproveitar o início de 2023 para começar a investir? Se você se animou com a ideia, confira algumas dicas que podem te ajudar a dar o pontapé inicial nesse projeto.
1. Preencha o questionário de perfil de investidor: duas pessoas podem ter os mesmos objetivos, mas, se o perfil de investidor de ambas não for o mesmo, cada uma delas deverá aplicar seu dinheiro de maneira diferente. Para saber qual é o seu perfil, acesse o site ou o aplicativo do seu banco ou corretora e responda o questionário. No final, você receberá o resultado e a instituição financeira poderá disponibilizar orientações sobre os tipos de investimentos que são ou não indicados para você.
2. Defina suas metas: sonhar é fundamental para nos motivar a poupar, mas só depois de definir metas com valores e prazos pré-estabelecidos é que podemos começar a delinear um plano de investimentos. Se o seu sonho for trocar de carro, por exemplo, estabeleça um prazo e o valor necessário para isso. Comece dividindo esse valor pelo prazo em meses, assim você terá uma ideia de quanto precisará aplicar mensalmente. Com isso em mãos, fica mais fácil ter clareza sobre qual é a carteira de investimentos ideal para atingir sua meta.
3. Escolha o investimento certo para cada objetivo: para escolher o investimento que serve melhor para cada meta, é importante entender esses 3 pilares: liquidez, segurança e rentabilidade. A liquidez é a capacidade de transformar uma aplicação em dinheiro vivo na hora que precisar. Alguns investimentos, como imóveis, têm baixa liquidez, ou seja, demoram para serem vendidos e transformados em dinheiro. A segurança, por sua vez, está relacionada ao risco de perdas de um investimento. Quanto maior o risco, maior a chance de perdas, principalmente no curto prazo. Por fim, a rentabilidade é a medida de retorno de um investimento, ou seja, quanto ele irá remunerar o investidor. Como não é possível ter alta liquidez, alta segurança e alto retorno em um único investimento, a dica é diversificar, ou seja, dividir as aplicações em diferentes “caixinhas”, considerando cada objetivo definido.
4. Na hora do resgate, lembre-se do Imposto de Renda: alguns investimentos, como a poupança, a LCI e a LCA são isentos de Imposto de Renda. Isso nem sempre quer dizer que sejam melhores, já que outras opções, mesmo descontando o IR, podem ter retornos maiores do que as aplicações isentas. De modo geral, sobre os investimentos em renda fixa são descontados os impostos de forma decrescente, conforme o tempo em que o dinheiro fica aplicado. Mas lembre-se: o IR incide sobre os rendimentos, não sobre o valor total investido.
Com informações do portal Meu Bolso em Dia.
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